11/11/2011

Voluntariado GRPCOM realiza oficinas sobre cultura da Paz

Atividades serão realizadas em cinco escolas de Curitiba

Uma equipe de multiplicadores da paz está visitando escolas de Curitiba para falar com jovens entre 15 e 17 anos sobre bullying e resolução de conflitos. A iniciativa faz parte da campanha Paz sem voz é Medo, realizada pelo Grupo Paranaense de Comunicação (GRPCOM) em todo o estado, e a atividade pretende estimular o protagonismo juvenil na promoção da cultura da paz.
 
Ontem (10), os voluntários do GRPCOM falaram com cerca de 120 alunos do Colégio Estadual Yvone Pimentel (localizado no bairro Novo Mundo). E hoje pela manhã, com 150 alunos do Colégio Estadual Professora Marli Queiroz Azevedo (CIC). 
 
“Foi desafiador ir lá, mas fomos muito bem recebidos e todo o receio foi por terra quando o pessoal se posicionou para ouvir a gente e trocar ideia. Falaram bastante, foi surpreendente e superou as expectativas”, conta Vagner Silva, colaborador da Rádio 98FM, que ficou surpreso com o número de jovens que afirmaram já terem sofrido algum tipo de bullying.
 
Além do bate papo, os alunos receberam a cartilha “Pratique a Paz” publicada pelo Projeto Não Violência, ONG parceira na atividade e responsável pela capacitação dos voluntários sobre o tema. “Nós só temos a agradecer a equipe do GRPCOM, pois os alunos gostaram muito e ficamos surpresos com a participação deles. Os assuntos abordados foram apropriados e de grande valia”, afirma a diretora do Colégio Estadual Yvone Pimentel , Adriana Kampa.
 
Para Thaís Oliveira, 17 anos, estudante do 3º ano do Colégio Estadual Professora Marli Queiroz Azevedo, os voluntários conseguiram explicar bem o assunto e interagir com o público. “Muitas coisas que eu fazia não achava que prejudicava tanto as pessoas assim… vou tentar mudar algumas atitudes minhas e espero que as pessoas mudem suas atitudes”, conta.
 
De acordo com a diretora do colégio localizado na CIC, Tania Sugamosto,  os alunos têm interesse no tema. “Eu acredito que a partir deste encontro eles passem a se respeitar mais, a ser mais tolerantes com o colega e levar isso para os colegas, para a família, para a comunidade, para a vida”, revela.
 
Para os voluntários, a experiência também foi muito válida. “Ficou mais consolidada dentro de mim a mensagem que eu tentei passar para eles, que é a de que a gente pode fazer algo e isso não só um discurso”, completa Vagner.
 
Próximas visitas:
Na na quinta (17) e sexta-feira (18) é a vez do Colégio Estadual Lêoncio Correia (Bacacheri) e no dia 22, quem receberá os voluntários será o Colégio Estadual Santo Agostinho (Boqueirão).
 
 
 
 
 
 

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