13/10/2010

O olhar que descortina a realidade

Se o jornal é uma janela para o mundo, o trabalho com a Gazeta do Povo desenvolvido pela professora Giselle Monteiro promove a abertura das cortinas para os alunos.

Arquivo Ler e Pensar

Leitora voraz e professora há 19 anos, a professora Giselle Monteiro, da Escola Atuação, em Curitiba, reconhece a importância do jornal para o enriquecimento do vocabulário, conhecimento de assuntos socialmente relevantes e promoção da cidadania. “Se o jornal tem essa importância em meu cotidiano, é claro que pode promover uma revolução positiva na vida dos alunos”, conta Giselle ao explicar o que a inspirou a usar a Gazeta do Povo jornal com seus alunos.

 
A professora lembra que desde que atua profissionalmente como professora utiliza o jornal, trabalhando-o como um instrumento pedagógico e de formação para a cidadania. “Trabalho com a intenção de, por meio do jornal, promover um aprendizado significativo, que contribua com a formação curricular dos estudantes, sem esquecer da formação para a vida”, explica.
 
Para isso, em muitos momentos a professora atua como uma guia para um mundo de descobertas, relacionando conhecimentos que os estudantes já possuem, com o aprendizado curricular e as informações presentes no jornal. “Geralmente, utilizo elementos presentes no jornal, como charge, gráficos e climograma. Começo discutindo com os alunos alguns conceitos, depois apresento o que está no jornal e discuto ainda mais, relacionando conhecimentos que os estudantes já têm. Depois, fazemos uma produção de textos para fecharmos a discussão”, conta.
 
A condução das atividades agrada também aos pais que acompanham o que está sendo feito por meio dos cadernos dos estudantes. “Os comentários que fazem nos cadernos mostram a aprovação dos pais”, explica a professora. Como resultado da iniciativa, a professora registra ao longo dos anos, vários progressos entre os alunos. “É muito interessante porque a cada dia que utilizo a Gazeta do Povo nas aulas percebo que eles se transformam, com resultados diretos na produção de textos, oralidade e vocabulário”, afirma Giselle.
 
Outro importante resultado obtido pelas ações desenvolvidas pela professora é a formação de leitores. “Até mesmo os alunos que antes não tinham hábito de ler, adquirem o costume de acompanhar as notícias. Algumas vezes os filhos influenciam também seus pais, transformando o ambiente familiar”.
 
* Esta notícia foi publicada na edição nº 142 do Boletim de Leitura Orientada (BOLO), jornal quinzenal com sugestões para o uso pedagógico do jornal, direcionado aos professores participantes do projeto Ler e Pensar.
 
 
 

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