26/08/2011

IGRPCOM e RPCTV apresentam Serviços e Cidadania para as ONGs de Londrina

Cidade da região norte do Paraná é a primeira a receber projeto, criado em Curitiba há um ano. 80 pessoas participaram do evento realizado na manhã de hoje.

Londrina é a primeira cidade do interior do Paraná a receber, oficialmente, o projeto Serviços e Cidadania, do Instituto GRPCOM. Hoje pela manhã, 80 representantes de 54 ONGs da cidade participaram do lançamento da iniciativa já consolidada em Curitiba. O café da manhã, seguido da apresentação do projeto Serviços e Cidadania, aconteceu na Associação Médica de Londrina. Clique aqui para conferir a reportagem exibida na RPCTV, no telejornal Paraná TV 1ª edição.

 

“Esperamos que, com o apoio a esse projeto, possamos efetivamente beneficiar vocês, que representam entidades que desenvolvem belos trabalhos sociais aqui na cidade”, afirmou Silvana Postiglioni, gerente-geral da RPCTV Londrina, em sua fala inicial para as ONGs. Rafaela Martinon, representante do IGRPCOM na cidade, reforçou o convite à participação tanto neste como em outros projetos do Instituto.

 

A seguir, quem falou foi o coordenador do Serviços e Cidadania, Rafael Finatti. Ele apresentou o material feito para orientar as ONGs e explicou em detalhes como funcionará a intermediação do IGPRCOM, que visa aproximar as demandas das ONGs e as ofertas de trabalhos das empresas e instituições parceiras voluntárias. Além disso, esclareceu dúvidas da plateia. “Foi uma ótima oportunidade; falamos para um público interessado e qualificado, tenho certeza de que a adesão ao projeto aqui em Londrina será tão grande – ou até maior – quanto foi lá em Curitiba”, disse ele, com otimismo.

 

Pelo que se pôde perceber, a repercussão entre os representantes das ONGs foi mesmo bem positiva. Todos saíram agradecidos e parabenizando o Grupo Paranaense de Comunicação pelo projeto. Para Vani Costa, da Associação Londrinense Interdisciplinar de AIDS (Alia), o escopo abrangente do projeto certamente beneficiará as entidades. “Vamos procurar vocês sim, com certeza. Precisamos de apoio e, no nosso caso, mudar a cultura em relação ao trabalho com o nosso público alvo”, afirmou ela.

 

No caso de Nina Cardoso, que coordena o projeto Ciranda de Poesia, a ajuda do Instituto GRPCOM será para conseguir um parceiro que auxilie na estruturação da entidade. “Eu trouxe a ideia do projeto lá do Rio de Janeiro, e agora quando eu falo para eles a quantidade de coisas que eu faço aqui, ninguém acredita. Mas precisamos estruturar mais para poder ter mais condições de oferecer aquilo a que nos propomos”, conta.

 

 

 

 

 

 

 

 

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