17/05/2010

Cresce o número de iniciativas voluntárias em Curitiba

Exemplos de solidariedade contradizem a id

A voluntária Erenita Gonzaga comanda um grupo de fanfarra em uma escola do bairro do BoqueirãoQualquer pessoa pode ser voluntária. Basta querer e se organizar de forma tal a dispor algum tempo de sua rotina para isso. Pensando assim, um número cada vez maior de cidadãos – jovens, adultos e idosos, em sua maioria mulheres – tem aderido às propostas de trabalhos sociais existentes devido à lacuna deixada pelo setor público, que não consegue dar conta de atender a todas as demandas da sociedade.
 
Em artigo publicado no jornal Gazeta do Povo, os jornalistas José Carlos Fernandes e Aline Peres apresentam uma série de exemplos de pessoas que demonstram ser possível a difícil tarefa de transformar o mundo. A partir de um “sentimento de indignação que gera mudanças”, cada um dos voluntários que aparece nas reportagens parece assumir duas premissas básicas: “eu aconteço” e “faço a diferença”.
 
Apesar de crescente, a oferta de trabalho voluntário ainda não dá conta de suprir a demanda por serviços na área. Nos últimos cinco anos, o número de organizações não-governamentais praticamente dobrou na Região de Curitiba – sinal de que há muito ainda a fazer. Aos interessados, a reportagem da Gazeta do Povo também dá dicas de como engajar-se em uma causa social, e ainda, quais as principais dificuldades que as entidades sociais têm para realizar seus projetos.
 
Confira aqui, na íntegra, as reportagens dos jornalistas da Gazeta do Povo.
 

*Foto: Daniel Castellano 

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