19/07/2010

Associações de bairro podem fazer a diferença

Tradicional forma de participação política ainda é o caminho para benfeitorias nas comunidades. No entanto, falta de verbas e burocracia ainda são problemas

A Vila União é uma área de ocupação próxima ao Rio Iguaçu, no bairro Uberaba, em Curitiba. Se antes era uma favela, agora a região passa por um processo de urbanização e regularização fundiária – muito graças a uma administração virtual, não-oficial, liderada pelo presidente da associação de moradores local Altair Góis. Usando os conhecimentos que adquiriu como mestre de obras, Góis sugere e acompanha as transformações na vila, ajudando a lotear e a pedir infraestrutura, como galerias pluviais e saneamento básico.

É assim, no trabalho "de formiga" focado na sua região, que algumas das tradicionais associações de bairro continuam fazendo a diferença nas comunidades, levantando demandas e atuando junto ao poder público por benfeitorias. Hoje são mais de 1,4 mil na capital e Região Metropolitana. Em 1993 eram apenas 30, segundo números da Femoclan (Federação Comunitárias das Associações de Moradores de Curitiba e Região Metropolitana).
 
A reportagem especial de Leonardo Bonassoli, Manuela Salazar e Taiana Bubniak, para o jornal Gazeta do Povo, fala mais sobre o assunto da participação popular. Clique aqui para conferir o texto completo.
 

 

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